Pimenta do Reino só se for moída na hora!

pimentadoreino

(foto: digamaria.com.br)

Vocês já notaram que uso pimenta do reino em todas as receitas salgadas que faço?! Isso porque eu AMO essa especiaria, sempre finalizo com um toque de pimenta do reino, mas tem que ser moída na hora, sempre! Não sei se isso é claro para todo mundo, a diferença entre a pimenta moída na hora e aquela vendida já em pó. Por este motivo e também por ser um ingrediente que nunca falta na minha cozinha, resolvi falar um pouquinho para vocês sobre a diferença entre elas.

A pimenta do reino, uma vez moída vai perdendo o seu sabor e seu aroma, além de ser prejudicial ao estômago e ao intestino (se quiser pode pesquisar mais a respeito). E quanto mais tempo ela fica alí moída  mais fraca ela vai ficando e você vai precisar usar uma quantidade maior para sentir o sabor, sem contar que o sabor fica totalmente diferente de quando ela é moída na hora. O ideal é você ter um moedor de pimenta e que possa ir à mesa, são um charme gente, eu adoro! Nada como ter uma pimentinha moída na hora em cima do prato ou do preparo na panela mesmo, dá um toque muito especial. Se você ainda usa pimenta em pó, decida trocar pela pimenta em grão e compre um moedor, você não vai se arrepender… eu garanto (rsrs)!

Segue um texto interessante sobre este assunto do site Brasil Sabor:

Poucos sabem que grande parte da produção mundial da pimenta-do-reino, que insiste em aparecer nos cardápios de restaurantes sofisticados como poivre, provém do Brasil. Apesar dos primeiros registros da pimenta-do-reino no país datarem do século XVII, sua exploração econômica somente começou na primeira metade do século 20, quando imigrantes japoneses que se fixaram no Pará plantaram algumas mudas da pimenteira. Logo o clima quente e úmido da Amazônia se mostrou propício ao cultivo da pimenta. Hoje grande parte da produção mundial se concentra no estado do Pará, levando o Brasil a ser um dos três maiores produtores do mundo.

A pimenta-do-reino é o fruto do pimenteira, uma planta trepadeira originária da Índia. A mais importante e conhecida das especiarias chegou a ser conhecida como o “ouro negro”, tamanha a sua importância séculos atrás. A pimenta era fundamental na conserva de carnes e outros alimentos, e por ter sido usada como moeda cambial em Roma, motivou os exploradores europeus a encontrar uma nova rota comercial entre a Europa e o Oriente.

Para obter a pimenta verde, as espigas são colhidas ao atingir dois terços de sua maturidade. Depois de debulhadas, são colocadas em salmoura antes de serem embaladas. A pimenta-do-reino preta também é colhida ainda verde, mas, ao contrário da primeira, é debulhada e posta ao sol para secar por um período de três a seis dias. Durante esse estágio, os grãos devem ser revolvidos para que a secagem seja feita uniformemente e sua cor escura prevaleça. Já a pimenta-do-reino branca é obtida apenas após a colheita da pimenta já madura, possuindo uma coloração amarela ou avermelhada. As espigas são postas em sacos, maceradas em tanques e depois drenadas e lavadas. São então postas ao sol para secar até alcançar suas características finais.

Espero que tenham gostado da informação.

Obrigada pela visita e volte sempre! 😉

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